Esquadrão Suicida

AYER, David. 2016.

Uma baderna do início ao fim, mas redimida (um pouco) pelo carisma de seus principais integrantes.

Que bagunça de filme! Tão cedo quanto na introdução do título, é óbvio que “Esquadrão Suicida” foi ou feito às pressas ou extensivamente revisado, picotado e reestruturado para satisfazer às pesquisas com o público-teste. Impressiona, por exemplo, como seus dois primeiros atos sejam condensados em 45 minutos e o terceiro, interminável ato fique com o restante das duas horas de projeção. Nem por isso, todavia, a obra é toda um desastre insuportável, já que as atuações excelentes (salvo uma ou outra exceção, e com altos louvores a Will Smith, um ator tragicamente desperdiçado nos últimos anos) e a boa química no dito Esquadrão conseguem compensar as deficiências persistentes de seu roteiro, direção e montagem.

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