Trumbo

ROACH, Jay. 2016.

O único pecado deste filme é não ser excepcional.

“Trumbo” é uma cinebiografia aceitável que desperta no espectador todas as emoções adequadas: empatia pelo protagonista, angústia por seus reveses, revolta pelo sistema corrupto que o desgraça, alívio e gratidão por seu triunfo, etc. Muito se comenta sobre ele não ser historicamente preciso, mas sobre isso eu digo: pouco importa. O dever principal da arte é entreter, não lecionar, e entreter é algo que “Trumbo” faz muitíssimo bem. Sim, ele tem os tropeços frequentes de toda obra mediana (o roteiro, por exemplo, perde o bom senso toda vez que o protagonista faz um monólogo açucarado – o que é mais grave considerando que a narrativa se conclui assim!), mas, a não ser que as expectativas do público estejam no nível de um “Gandhi” ou “Lawrence of Arabia “, este filme serve como, no mínimo, uma ótima distração.

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