Aquarius

FILHO, Kleber Mendonça. 2016.

Momentos de brilhantismo salpicados numa massa de mediocridade.

Em certos (e intervalados) momentos, “Aquarius” demonstra o espantoso domínio de seu idealizador, Mendonça Filho, sobre a técnica cinematográfica, mas estes se acabam quase que por completo após o segundo ato. Ritmo e roteiro são as principais falhas desta obra, o que já não é nem de longe incomum em filmes do Brasil; se algumas cenas, como a magnífica reunião de Clara com seus filhos e filha, são o cinema em seu máximo potencial, a maioria é um desperdício desfocado e não raro pretensioso de tempo. Há muito de excepcional aqui, sem dúvida, só que disperso em quantias tão maiores de mediocridade que o espectador estará perdoado por achar que “Aquarius”, no fim das contas, não foi mais do que uma belíssima, interessantíssima embromação.

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