Santo Tomás de Aquino

Chesterton, G. K. 1933.

Um ensaio ocasionalmente magistral, mas em todo o resto medíocre.

Chesterton é claramente apaixonado pelo sujeito sobre cuja vida e obra comenta, e seu estilo de escrita, tentando com muita fé preservar o classicismo que a modernidade então renegava, certamente exemplifica por que ele é considerado um dos melhores ensaístas conservadores do Séc. XX. Ainda assim, e a despeito de declarar várias vezes que escreve para um público leigo, este seu ensaio sobre o santo católico se perde em muita pomposidade, muita bajulação, muita inconsistência quanto ao conteúdo (ora denso, ora raso) e desorganização quanto à estrutura. Incompreensível para quem já não conhece um pouco sobre Aquino, insatisfatório e irritante para quem já, este livro nada deixa além da impressão de um potencial mal aproveitado.

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